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    [FP] - Sebastian

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    Sebastian de Wyvern
    Juiz do Inferno
    Juiz do Inferno

    Mensagens : 3
    Data de inscrição : 26/10/2015
    Idade : 16
    Localização : Casa

    Ficha de Personagem
    Vida:
    100/100  (100/100)
    Cosmo:
    100/100  (100/100)
    Nível: 1

    [FP] - Sebastian

    Mensagem por Sebastian de Wyvern em 30.10.15 20:42


    Dados

    Nome: Sebastian Vanguard.
    Sexo: Masculino.
    Idade: 23 anos.
    Signo: Libra.
    Veste: Sapuris de Wyvern.

    Aspectos

    Físico: Considerado alto e magro, Sebastian tem 1,80 de Altura, e 72KG de peso, por não gostar de ser notado sempre usa roupas de grande porte para esconder o máximo possível de sua aparência, por isto podemos vê-lo com Casacos de Lã bem rubros e roupas pretas por todo o corpo, além de usar seu ponto mais crítico, uma Mascara Preta com um Símbolo de X. Retratando um pouco de sua personalidade a mascara mostra o quão sociável ele é (Nem um pouco), seus olhos mortos castanhos escuros conseguem destacar bem seus cabelos negros que vão em média de seus ombros, com algumas mechas alouradas.

    Psicológico: Por ser bem pensativo, não é um homem de muitas palavras, ainda mais por odiar fortemente qualquer ser vivo, porém tem um alto grau de persuasão adquiridas por a forte influência de Pandora sobre Sebastian. Normalmente é bem calmo, frio e calculista, porém por ser um pouco instável mentalmente, pode trocar facilmente de calmo para alguém rancoroso, isto o da um pouco de bipolaridade.

    Personagem

    Habilidades:
    Nome: Lightning Scarlet
    Descrição: Uma das principais habilidades de Sebastian é transformar seu cosmo em algo sólido que facilmente entra em combustão. Por ter seu elemento base como Eletricidade, ele cria raios normais, porém sua consistência é feito de um material diferente, por isto acaba tendo uma cor bem mais forte, um roxo-escarlate. O raio invés de expelir eletricidade, ele expele um material tão inflamável que ao entrar em contato com o ar ou algo sólido acaba por explodir, o próprio usuário consegue decidir o nível de inflamação que a habilidade pode ter.

    Particularidades:
    Nome: Asas de Wyvern.
    Descrição: Devido às escamosas asas que a Armadura de Sebastian pertence, o Espectro acabou por dominá-las a seu próprio uso. Ele pode usá-las para se locomover mais rapidamente, ou até mesmo para executar mais bem sucedido suas técnicas. Por sua vez, existem várias combinações de seus golpes que necessitam de suas asas.

    História:
    Em rupturas universais, os humanos logo começaram a perceber a interferência de divindades sobre a Terra, e pouco a pouco os casos de homicídios por homens de vestes negras (Ou para os mais chegados: Armaduras Negras) começaram a aumentar cada vez mais, e tudo isto foi um palco para uma paixão mal sucedida.
    Fildra Tarentum veio apenas a passeio, mas logo se apaixonou por uma linda mulher da Inglaterra, Celiny Vanguard (Cecília Vanguard), com quem fez um filho, diante sua idade e suas condições financeiras, o homem refugiou-se a um ato covarde, fugiu tão rapidamente que se esqueceu de mudar seus dados que teria dado no passado para a mulher (E o pior ele, realmente gostava da mulher.) e assim que voltou ao seu país de origem, a jovem de mulher ficou a cuidar da criança, de quem nomeara a Sebastian Vanguard, e depositaria todo o amor e carinho que conseguisse sobre a criança, mostrando ser uma verdadeira mulher de caráter.
    Em palavras sinceras, a criança conseguiu crescer feliz até aos 10 anos, onde a margem da Guerra estaria mais próxima, porém pior do que isto, uma doença fatal acabara atacando sua mãe, que mesmo tendo o filho de um homem covarde decidiu recorrer a ele em seu leito, enviou a criança para a Grécia, deixando apenas o brilho do seu olhar a guiar seu filho, que amou até seu último suspiro.
    Fildra Tarentum era um Cavaleiro Falido, já teria perdido a conta de quantas vezes teria falhado na tentativa de se tornar um Cavaleiro de Bronze, o pobre e covarde homem já tivera problemas demais em sua vida, até mesmo para sua família, era um covarde, e vendo que traria desgosto até para si mesmo, o homem caiu em depressão eterna, porém ao ser notificado pela chegada de seu filho, e agora sem rumos a correr, resolveu assumir.
    Mas logo começou a perceber que sua decisão não fora tão ruim, conseguia afogar sua tristeza forçando o garoto treinar dia após dia em um Santuário local (O mesmo que ele treinava), Sebastian cultivou o amor e caráter de sua mãe, e mesmo chegando tão novo aos braços do pai teve que recolher tamanho fardo, que tempo depois se tornou uma verdadeira maldição.
    Com o passar do tempo, as pessoas começaram a reconhecer o jovem, um talentoso garoto de apenas 13 anos, de Athenas, Grécia, como um futuro grande cavaleiro que aquela cidade poderia ter, obviamente foi vitima de bons, e obviamente de maus olhares, mas não foi o olhar negativo de qualquer um, foi um mau olhar de seu Pai. Um homem amargurado e de mau caráter se pôs a total inveja de seu filho, sussurros em sua cabeça começariam ataca-lo dia após dia: “Todos tem sucesso, todos tem sucesso, todos tem sucesso... Então porque eu não posso ser todos?!”, isto apenas o mostrou uma nova maneira de afundar suas mágoas na criança, espanca-la.
    Com o tempo a presença de Sebastian no Santuário foi sumindo cada vez mais, e quando vinha era sempre cheio de hematomas, membros enfaixados e vários outros ferimentos produzido por seu próprio pai, até que sua presença sumiu de vez. O Pai estava tão ligeiramente invejado pelo sucesso do filho, que o espancava todos os dias, suas mágoas começariam a sumir, além de afundar sua tristeza em socos firmes em um ser inocente que ele deveria amar, Fildra também encontrou o álcool com o qual se afundou e fez uma parceria, usaria até mesmo seus restos (Garrafas) para bater no lugar de suas mãos que já estavam doloridas, de tanto espancar Sebastian.
    Sebastian pouco a pouco começou a ganhar o ódio seguido de medo, fugia sempre que podia para treinar no Santuário, e na volta já preparava seus músculos para grandes esporros que iria levar, ele era um garoto honrado, recusava-se a bater em seu único ente querido, que infelizmente acabou criando um “respeito” por seu pai através do medo. Acostumou-se a dormir em seu beliche com uma garrafa ao lado, pois se levantasse para ir ao banheiro seria mais um motivo para apanhar, também se acostumou a respirar tão devagar que mal podiam sentir, e dormir sem se mexer.
    Seu sonho de ser um grande Cavaleiro e orgulhar seu pai começaria a sumir pouco a pouco quando sentia os ossos de suas mãos doerem apenas em fechar os punhos, desistindo aos poucos de seus sonhos, e deixando-se tomar pela tristeza fecundante que começaria a guia-lo como sua principal companheira. Logo cedo começou a trabalhar forçadamente para ajudar a alimentar o vício do Pai em bebidas, e antes que percebesse já teria largado o Santuário e seu sonho de se tornar um Bom Cavaleiro.
    Com 15 anos de Idade, gastava cada hora de seu dia em trabalhos de Meio-Período que o rendiam dinheiro suficiente para alimentar muito bem seu pai, que teria diminuído as vezes que o batia. O garoto novamente começaria a se orgulhar quando via, seu pai, comprar pães para alimentá-lo, e o quão grato ficou quando o homem cessou a pancadaria no jovem.
    Conseguiu perceber que entre toda essa crueldade havia no homem amargurado, um pouco de delicadeza e amor, apostou justamente neste ponto, aumentou suas horas do dia para mais trabalhos para ajudar seu querido pai, que aos poucos foi parando de bater, e quanto mais isto acontecia, mais seu sonho de ser Cavaleiro era preenchido pelo fato de querer ser amado. Já iria fazer quase 7 anos que morava no mesmo bairro, quase todos conheciam aquela Família como: “Pai e seu escravo”, porém o garoto guardava um forte sentimento de feição por seu pai, e isto o levou a entrar em uma briga, quando escutou de canto um comentário sobre o homem: “Aquele verme, e seu verme jr.” Vindo de um cliente do bar que ele ajudava como garçom.
    Largou-lhe as cervejas que continha nas bandejas, e partiu para cima do Homem de meia idade, já calvo, o espancou com fortes socos em sua cara, o espancou, o socou, socou, socou até não sentir os dedos nem seus ossos doerem, seus socos foram, tão rápidos que apenas quando começou a diminuir a sequência viu outros habitantes do bar saírem correndo, e outros vindos em sua direção. Ao fim daquele dia teria levado uma surra das grandes, mal conseguiria sentir seus braços e pernas, ou abrir seus olhos, porém mesmo após levar tantos chutes e socos, havia um sorriso que preenchia seu rosto tão maltratado, o sentimento de ter conseguido proteger seu pai, o sentimento de proteger o nome de quem ama. Algumas horas depois, mesmo entre vultos, ele percebeu seu próprio pai entrando dentro do Bar, e se aproximando dele, ele alargou um sorriso mesmo que continuasse no chão, estava tão orgulhoso de si mesmo, porém seu pai o recepcionou com um chute tão forte em seu estomago que ele cuspiu quase uma dose de sangue, e simplesmente recebeu estas palavras como um obrigado: “Não ouse causar problemas e ser despedido de seu emprego, não me crie problemas, não me faça odiar ainda mais sua existência.”
    As palavras ecoadas do homem que ele teria brigado realmente faziam sentido, “Ele só cuidou de você para você cuidar do vício dele.”, assim que percebeu seu pai abandoná-lo ao tirar todo o dinheiro de seu bolso e ir direto ao balcão pedir uma rodada de cervejas, se sentiu desprezado, teria desprezado o mundo inteiro por desprezarem seu pai, e no fim, seu pai o desprezar, porque diabos ele teria que ser desprezado?! Além de ser separado de sua mãe para sempre, ainda teria que conviver com os maus olhares para o resto de sua vida?! Pela primeira vez o garoto deixou seus instintos de ódio o tomar, toda a honra que ele teria recebido de sua mãe foi abandonada, e pegou os ideais do pai.
    Jogou Fildra para cima do balcão, e espancou com a mesma mão seu rosto inúmera vez, até sentir dor o suficiente para trocar de mão, sentia a cada soco, o osso do nariz do seu pai se partir mais uma vez, o sangue que jorrava em sua cara o faria sentir-se melhor, pela primeira vez o ódio abriria seus olhos, veria a felicidade no sofrimento de seu pai, só parou quando foi nocauteado por um golpe de garrafa em sua cabeça pelo Comerciante.
    As ruas da Grécia nunca foram tão movimentadas, os olhos ainda inchados de Sebastian conseguiu captar alguns movimentos mais lúcidos, então parecia já estar a alguns dias jogado no meio da rua, as pessoas no meio do caminho distanciavam-se de seu corpo, e ele nem teria acordado se algo não o tivesse chamado.
    — Você está bem? — Ecoou uma meiga voz a sua frente.
    A Linda garota que ele conhecera, a garota que o iria fazê-lo querer voltar a viver, sua gentileza e sua bondade o fez pensar que seria até mesmo bem-vindo naquele mundo. O Jeito que ela o tratava, mesmo sem nem mesmo saber seu nome, e antes que percebesse, já estaria quase fazendo o que fazia pelo seu pai por aquela mulher, em seguida bem mais do que fazia pelo pai.
    Agatha foi o nome da mulher que o fez se arrepender de todos os pecados, era uma garota de sua mesma idade que já morava sozinha, jurava ter fugido de seus pais justamente para viver sua vida, e antes que percebesse já estava morando na mesma casa que a mulher. Um ser humano se tornou, abraçou seus ideais, amou novamente o espirito de sua mãe e a mulher que o libertou da depressão sem fundos, aquele buraco que não portara escadas teria jogado simplesmente uma corda de vida para o garoto, que quando completou 18 anos recebeu a melhor notícia de sua vida, seria pai. Ergueu-se de alegria, passou em todas as lojas possíveis da cidade, comprou as mais diversas comidas, avisou que era para garota espera-lo a frente da casa, iria presenteá-la pela alegria que o trouxera, iria presenteá-la por existir.
    O Luar já iluminava as ruas de Athenas, o garoto parecia estar prestes a saltitar de tanta felicidade, o Sorriso mais sincero cobria toda seu rosto, seu pensamento não mudava além de qual nome poderia ser o de seu filho, cheio de sacolas ele correu para sua casa, porém as soltou no meio do caminho ao sentir seu espirito ser triturado e dilacerado mil vezes.
    A sua frente, a garota estaria deitada, banhada por uma poça de sangue ao seu redor já jazia sem vida. Ele apenas soltou as sacolas e correu em direção à mulher, tentou ver se estava viva, mas não estava, porém ele conseguiu ouvir múrmuros: “Eu a avisei para sair da frente...”, disse uma voz meio incrédula e sonolenta, parecia estar totalmente bêbado, e ao virar, era justamente seu pai, a pessoa que o privava de ser feliz e de o ver aceitado por todos, com uma faca ensanguentada nas mãos.
    Ele se sentiu traído, triste, depressivo, e com uma fúria descomunal, porém antes de fazer qualquer, ele ergueu-se em direção a seu pai que estava tão bêbado que nem o reconhecera. A faca que o homem portara na mão ( que obviamente teria roubado de algum lugar), ele apenas tirou gentilmente dos dedos de Fildra, logo após o deitou sobre o chão, e o espancou o mais forte possível.
    A Madrugada inteira ele passou esfolando cada dedo que tinha, que quando não aguentava mais bater com nenhuma parte do corpo, começou a dar cabeçadas, e quando sentiu algo quente rolar entre os olhos, voltou a socá-lo com todas as forças, ele passou um dia inteiro socando o homem incessantemente que já teria morrido há algumas horas.
    Por estar a noite, as pessoas só encontraram o corpo do homem no outro dia, ali ao lado estava Sebastian, abraçado com o corpo da mulher afundando-se em lágrimas. Ele teria desistido de viver, deixou ser capturado e sentenciado a morte. Executado semanas depois por ter matado sua amada, seu filho e seu incrédulo pai, ele novamente foi negado à raça humana, sua mente se fechou, seu coração se petrificou.
    Deixou um sorriso para o fim de uma angustia incessante para trás, assim que sentiu as lâminas acertarem seu pescoço e suas costas. Seu ódio teria se generalizado, aquilo não teria sido o bastante, ele queria continuar a esfolar quantas vezes conseguisse seus punhos em quem pudesse, matar quem pudesse, através deste pensamento, ele foi convocado e treinado justamente por Pandora, dentro das 8 Prisões do Mundo Inferior.
    Ele foi treinado a partir de seu ódio, aprendeu a ter total disciplina, e lentamente foi afogando suas lágrimas em seus duros treinamentos que resultaram em um grande Cavaleiro Espectral. Seu sonho afogado e pisado de infância teria voltado, ele poderia ser o que queria, o que desejava, porém agora estava a mando de Hades, aceitara a Estrela Celeste da Fúria, Wyvern, que combinou com sua personalidade, mesmo sendo um Espectro calmo e calculista, suas condições mentais eram bem instáveis a mudanças drásticas, e então com uma nova companheira junto da solidão ele se ergueu contra a Humanidade. Aos poucos ele superou a depressão, suas habilidades foram canalizadas cada vez mais durante quase 5 anos de puro treinamento, ele teria uma razão, vingança? Não, ele faria todos aceitar... Aceitarem a morte.
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    Re: [FP] - Sebastian

    Mensagem por Doom em 01.11.15 0:19

    Lamento a demora na avaliação. Enfim, sua ficha foi aprovada, juntamente com suas habilidades e particularidades.

    Obs.: Ajuste seu avatar, de acordo com a largura e altura máxima utilizada no fórum (180x400), para não haver bug no template.

      Data/hora atual: 20.08.17 17:58